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A admiração do matador de Goiânia por Bolsonaro é muito mais que um detalhe da tragédia. Por Kiko Nogueira

Não é à toa o fascínio do estudante de Goiânia que matou dois colegas na sala de aula pelo candidato a presidente Jair Bolsonaro.

A troca de mensagens do jovem que matou os colegas em Goiânia, reproduzida pela Veja

Alvo de bullying, ele encontrou acolhimento não na família, mas no ódio ululante do submundo dos sites de extrema direita, onde Jair é rei.

Sua psicopatia foi alimentada à base de fake news. Segundo trocas de mensagens às quais a Veja teve acesso, o rapaz tentava, por exemplo, convencer um interlocutor de que o Holocausto era uma fraude dando links de notícias falsas.
“Em um trabalho sobre ética, louvou o regime militar, desenhou suásticas em folhas de caderno e nos próprios braços”, diz a matéria.
Um amigo pediu para ele não discutir esses assuntos em sua casa. ”O quê? Eu discuti com sua mãe comunista? Eu nunca faria isso”, responde o outro.
Adorava Hitler. Na conversa online, “o adolescente também defende outros ditadores (Augusto Pinochet e Benito Mussolini, entre eles) e mostra-se admirador do presidente Donald Trump e do deputado Jair Bolsonaro, a quem chama de ‘futuro presidente’’’.
Ele não está sozinho no Brasil ou no resto do mundo. Muito pelo contrário.

Um comentário:

  1. Matéria idiota! Seguindo essa linha linha raciocínio a culpa é do candidato que ele apoiava. Quer dizer, se Kin Jon Un lançar uma bomba atômica em qualquer país e dizimar milhões de vidas o culpado será o que ele gosta: Mickey, Apple ou basquete americano.

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