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Artigo: Saúde Publica, a mais perversa pena de morte.

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Saúde Pública, a mais perversa  pena de morte.
Para quem pensa que a pena de morte é proibida no Brasil, é bom ter um plano de saúde ou muito dinheiro, caso contrario está no corredor da morte.

O Jornal argumento publicou recentemente a historia de um senhor que precisava de uma vaga em uma UTI e,  depois de muito sofrimento e espera, morreu em um CAIS.

Dinheiro para a saúde não falta pois Governo Federal, Estadual e Municipal recebem verbas exclusivas para aplicação na saúde.  Então porque não se resolve o problema. O motivo é simples: falta de gestão.

O caos na saúde é um problema recorrente tanto na vida do cidadão como também nos projetos de campanhas eleitorais. Para muitos, o quanto pior, melhor é uma realidade para enganar o cidadão.

Em Goiânia, o Prefeito Iris Rezende, que faz uma das piores gestões da vida publica, alardeou durante a campanha que a saúde seria prioridade no governo dele e que faria voltar a funcionar os CAIS 24, fechados na gestão Paulo Garcia.

Além de não reabrir os postos de atendimento 24 horas, Iris Rezende ainda fechou algumas unidades e confessou nada saber sobre o caos que se instalou na saúde no município. 

Durante o pleito municipal, Iris afirmou que aumentaria o numero de médicos e que só contrataria profissionais da área para compor o quadro da pasta.

A realidade mostra que muitos diretores de CAIS são burocratas e indicados por partidos políticos que apoiaram Iris na campanha.

Na esfera estadual, o Governo contratou OS´s para administrar os hospitais. Como toda empresa tem que ter lucro, as OS´s fecharam as portas dos principais hospitais do estado. O HUGO, por exemplo, quando administrado pelo estado,  atendia em média 900 pacientes por dia. Hoje o numero de atendimento não passa de 200. 

Muitos doentes de outras cidades e até mesmo de Goiânia encontram as portas fechadas pois excede o numero pré definido.   E para enganar o cidadão, fazem  pesquisas de satisfação com os pacientes que são atendidos; e é claro que o resultado é positivo.


Outro problema são os funcionários públicos. Muitos pouco ou nada se importam com doentes e com os procedimentos.

Desta forma, quem precisa de atendimento especializado, padece aos poucos e o sofrimento e a morte  tomam  lugar da esperança de se curar.  

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