Real Cores

Em época de quedas em ancoragem de telejornais, é sempre bom relembrar alguns ex-globais

Eles saíram por vontade própria, e hoje estão muito bem obrigado.



Mas dizer “Tchau, Globo, fui” não é tão raro assim. Apesar do status inerente ao crachá da emissora, vários profissionais que estavam em posição de destaque no canal optaram tomar outro rumo.

Houve ainda quem, sentindo-se desprestigiado, preferiu tentar melhor sorte em outras redes de TV. E alguns se deram muito bem com a troca.

Ana Paula Padrão é, hoje, uma das apresentadoras de entretenimento de maior fama e credibilidade no País. No comando do ‘MasterChef Brasil’, na Band, ela se reinventou profissionalmente.

Nenhum sinal de arrependimento de ter saído da Globo em 2005, após dezoito anos de casa. Além de âncora e editora-chefe do ‘Jornal da Globo’, a brasiliense aparecia eventualmente na cobiçada bancada do ‘Jornal Nacional’.

Cansada de trabalhar de madrugada, Padrão transferiu-se para o SBT e depois passou pela Record. Trocou o jornalismo pela linha de shows e se tornou um exemplo de transição bem-sucedida.

Carlos Nascimento foi outro medalhão do telejornalismo a deixar a Globo por vontade própria. Em dois períodos, ele acumulou 33 anos na emissora.

Em 2004 deixou o comando do ‘Jornal Hoje’ – e das aparições ocasionais no ‘JN’ – para estrear na Band. Dois anos depois assinou com o SBT, onde permanece numa posição confortável, ainda que estagnada.

Mariana Godoy ancorava o ‘Jornal das Dez’ no horário nobre da GloboNews, emissora de notícias pertencente ao Grupo Globo, quando partiu para a RedeTV! apresentar seu talk show ‘Mariana Godoy Entrevista’.

Muitos enxergaram uma decisão equivocada. O tempo mostrou que a mudança oxigenou a carreira da jornalista e deu a ela mais público e prestígio do que tinha no trabalho anterior – ela ficou 23 anos em jornalísticos da família Marinho, como o ‘Bom Dia São Paulo’ e ‘SPTV’.




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