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LIGAÇÕES PERIGOSAS - É conhecidencia ou todo amigo de Huck tem mesmo passado nebuloso

CASO DE POLÍTICA OU CASO DE POLÍCIA?



O empresário Alexandre Accioly foi intimado a depor na Operação C'est Fini, nova fase da Lava Jato, deflagrada nesta quinta-feira, 23. A ação foi aberta pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro e pela Polícia Federal. Accioly já foi apontado como "laranja" do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e é também sócio do apresentador Luciano Huck em suas academias.


Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Alexandre Accioly teria feito transações financeiras suspeitas com Georges Sadala, outro alvo da PF, como a concessão de um empréstimo e a venda de um apartamento por valor abaixo do mercado.
Georges Sadala e Régis Fichtner aparecem na foto da ‘Farra do Guardanapo’, em 2009, em Paris. O empresário Fernando Cavendish foi alvo de mandado de condução coercitiva. “Sadala teve evolução patrimonial exponencial, desde o início do governo Cabral. Em troca de facilidades na contratação de suas empresas junto ao Estado do Rio de Janeiro, ele garantiu o pagamento de propina, com o aporte de, ao menos, R$ 1,3 em favor da organização criminosa”, diz nota da Procuradoria da República. Já Régis Fichtner é acusado de tentar obstruir as investigações da Lava Jato. 
A ação, coordenada pelo Ministério Público Federal (MPF) e autorizada pelo juiz da 7ª Vara Federal Criminal, Marcelo Bretas, é mais um desdobramento da Operação Calicute, versão da Lava-Jato no Rio, que desbaratou um megaesquema de corrupção na gestão do ex-governador Sérgio Cabral. As medidas cautelares foram deferidas pelo magistrado.
Desde que começou a ter seu nome incensado pela mídia, que busca fabricar um nome de laboratório para enfrentar o ex-presidente Lula, Luciano Huck já tentou minimizar suas ligações com personagens encrencados, como Aécio, Sergio Cabral, Joesley Batista e Eike Batista.
E agora: o sócio Accioly será também um ex-amigo?

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