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PSDB em colisão. Marconi tenta tirar proveito

Desde que Fernando Henrique Cardoso deixou a presidência do Brasil, o PSDB não se encontra mais. Tentou, sem sucesso ser oposição.  Lançou candidatos, todos derrotados, mas agora o partido que sempre teve uma pseudo harmonia  caminha para se tornar um PMDB 2, um partido grande mas que não se une nacionalmente.

O Senador Aécio Neves, de forma intempestiva, decretou a saída de Tasso Jereissati da presidência do partido .Os motivos para a destituição de Tasso são vários. Começa pela Ala do PSDB que quer continuar no Governo Temer ou seja ter o Poder. Tasso por varias vezes defendeu a saída do Governo e tem como voz soante Fernando Henrique Cardoso,  José Serra e o atual  governador de São Paulo, Geraldo Alkimim.

Aécio interveio  rapidamente quando vários tucanos votaram contra Temer nas denuncias que à casa chegaram.  Hoje já existe um desconforto muito grande dentro de partido e que deverá se acirrar quando as eleições para a escolha do novo presidente  nacional do Partido acontece no próximo mês de dezembro.

Dividido  e com vários candidatos  irá o partido.  Mas certamente um fator será decisivo: apoiar  o governo Temer.  A eleição do próximo presidente é de imenso interesse do palácio do planalto.  Caso a ala anti temer vencer, o presidente perderá grande parte do apoio  no congresso.  Um PSDB fora do governo juntamente com parlamentares do chamado “Centrão” é tudo o que o Governo não precisa neste momento.

Entre os candidatos a Presidencia está o Governador de Goiás, Marconi Perillo ainda sem posição definida e visitando tucanos em busca de apoio. A possibilidade de Marconi ser  eleito é grande em função dos caciques do partido estarem divididos.


Seja qual for o resultado da eleição, o PSDB entra de vez no seleto grupo de partidos grandes   mas rachados.     

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