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Artigo: PSDB sai do governo e antecipa campanha de 2018.


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Quando em março de  2010 o ex-presidente Lula lançou Dilma como candidata a sucessão dele deu-se inicio ao processo de antecipação das candidaturas.

Antes apenas em junho os pré-candidatos se apresentavam em convenções para disputar cargos no executivo. É bom que se saiba que Lula lançou Dilma pois o candidato natural José Dirceu estava envolvido no mensalão ou ação penas 470.

Outros pré-candidatos que se apresentarão antes das convenções, como Roseana Sarney e Ciro Gomes foram alvos de denuncias. Roseana desistiu de disputar a vaga de Presidente da Republica pois o marido dela foi denunciado em um esquema de desvio de verbas. Já Ciro Gomes ainda resistiu e disputou a eleição mas pelo fato de ser chamado de “Pavio curto”, provocaram-lhe ao ponto de perder grande parte da intenção de votos que ele tinha.

Agora se repete mais uma vez a antecipação das eleições de 2018 ainda no mês de outubro de 2017, ou seja, um ano antes da disputa. E quem deu o primeiro passo foi o PSDB. O partido já estava dividido há algum tempo sobre a permanência no governo de Temer.

Fontes ligadas ao Jornal Argumento disseram que a saída dos tucanos do Governo começou com um encontro entre Fernando Henrique Cardoso, Serra e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin onde definiu-se a candidatura única  de  alckmin à presidente da legenda, fazendo com que Marconi Perilo e Tasso Gereisat renunciassem,  e também candidato do partido a presidência da republica.

Neste encontro, conforme fontes do Jornal Argumento, a cúpula do partido decidiu pelo isolamento de Aécio Neves e também fez  uma avaliação do cenário nacional. A baixa popularidade de Temer, menos de 6%, tiraria muitos votos do candidato tucano. “Temer é um péssimo puxador de votos e se o PSDB caminhar com ele terá que assumir um possível apoio, o que seria pessimo para as pretensões do partido.” Confidenciou a fonte.

“Este afastamento ainda em novembro do governo permitirá que alckmin possa fazer oposição e dizer que o partido tucano ajudou no equilíbrio político e econômico do País, e,  depois disto, deixou o governo.

Outro problema para o PSDB é a votação da reforma da previdência. O partido, fora do poder, pode evitar o desgaste que a reforma vai criar para os partidos que votarem a favor. Porém o próprio PSDB, no governo de FHF já propunha uma revisão nas aposentadorias, tanto assim que criou o fator previdenciário, onde o contribuinte  poderia se aposentar recebendo valores proporcionais a contribuição.

Mas temendo o desgaste que qualquer alteração na previdência irá provocar, os tucanos, ao deixar a base de apoio, pode votar contra ou mesmo procrastinar a votação.

Com a saída do PSDB do governo, ganha força o PP, terceiro maior partido no congresso, chegando ao ponto de assumir a posição do partido tucano e, conseqüentemente,   mais  ministérios.

Assim, o PSDB antecipa mais ainda a disputa pelo governo e se prepara para assumir uma posição de oposição as medidas  impopulares deste governo.  

Um comentário:

  1. O PSDB nunca foi fiel e nem leal. Se pensasse nas proximas eleições ficaria no governo roubando dinheiro para gastar no ano do pleito.

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