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Presidente do Jóquei Clube declara sobre a venda do clube, que “Ainda não há comprador definido”


“As negociações sobre a venda do Jóquei Clube acontecem, mas não tem um comprador definido e nenhum negócio foi fechado.” Essa afirmação é do presidente do clube, Manoel de Oliveira Mota, após especulações sobre o fechamento da venda da área para a Igreja Universal.
Segundo o presidente, está sendo realizado meios para liquidar a dívida do clube, que hoje é de cerca de R$ 32 milhões e vender em um valor justo e dentro do mercado. “Não seria necessário a venda do clube. Se fosse dividido entre os sócios, que hoje são cerca de 1700 a 1800 integrantes, cada um teria que arcar com cerca de R$40 mil, mas ninguém se prontificou, então a solução foi a venda. Agora, buscamos vendê-lo antes que seja arrematado por meio de especulação imobiliária”, destaca Manoel.
Ele ainda destaca que houve uma assembleia com os sócios e que chegou a um consenso para a realização da venda do espaço. Ainda segundo Manoel, o fato dos protestos quanto a não venda do espaço é em vão: “Tudo o que foi debatido foi registrado em ata e, posteriormente, registrado em cartório.”
O prédio, apesar de ser um dos pioneiros em Goiânia, não é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Isso é uma das justificativas para a venda do local, que sofre com o abandono e sucateamento do espaço. “Os sócios que têm o direito de decidir o que é feito para acertar as contas do local. O comprador avisa a decisão a nós e fica com o direto de propriedade do local e pode construir o que quiser”, conta Manoel.
O presidente conta que, após o pagamento das dívidas,  o restante do dinheiro será utilizado para revitalização do espaço e a construção de um novo clube no Hipódromo da Lagoinha, que fica na Cidade Jardim.

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