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Aedes aegypti em Goiânia, áreas de risco para infestação estão sendo mapeadas

Com pancadas de chuva diárias e altas temperaturas, o verão é a época do ano ideal para que o Aedes aegypti se prolifere e transmita dengue, zika e febre de chikungunya. Para se antecipar ao aumento do número de casos destas doenças, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), iniciou nesta segunda-feira (8/1) o mapeamento das áreas de risco para infestação do mosquito. 
 
Durante uma semana, 520 agentes percorrerão a cidade de norte a sul para coletar os dados do Levantamento Rápido do Índice de Infestação do Aedes aegypti (LIRAa). Cerca de 27.000 imóveis de todos os bairros da Capital serão vistoriados até sexta-feira (12).
 
A partir do registro será possível definir quais os pontos mais críticos de infestação do mosquito em Goiânia e traçar um panorama do cenário atual da cidade para guiar as ações de combate ao vetor. 'O estudo é importante para planejar estratégias', pontua a superintendente de Vigilância em Saúde da SMS, Flúvia Amorim.
 
Até o fim da próxima semana o resultado do estudo deve ser divulgado e as ações nas áreas de maior vulnerabilidade intensificadas. Criadouros disponíveis, água em abundância e calor constituem um ambiente favorável para proliferação do Aedes. 
 
Diante da circulação do sorotipo tipo 2, a SMS se prepara para um aumento das notificações de dengue na Capital. 'Com mais mosquitos no ambiente, o número das doenças causadas por ele tende a crescer', alerta a superintendente. 

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