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Irregularidades Goiás Turismo



                    CPI da Goiás Turismo

DEPUTADO CLÁUDIO MEIRELLES, PRESIDENTE DA COMISSÃO, 
PRETENDE CONCLUIR OS TRABALHOS ATÉ O INÍCIO DE MARÇO. EM 
FUNCIONAMENTO DESDE ABRIL DE 2017, OS DEPUTADOS 
INTEGRANTES REALIZARAM 11 OITIVAS.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possíveis irregularidades na Goiás Turismo entrou em sua reta final. Com a extensão de prazo de mais 60 dias, devido a paralisação por conta do recesso parlamentar, as três últimas reuniões ordinárias de entrega, deliberação e apresentação em Plenário do relatório, serão realizadas no mês de fevereiro.  
A CPI, presidida pelo deputado Cláudio Meirelles (PR), teve início no dia 27 de abril do ano passado. Na primeira sessão foram definidos os nomes para a ocupação de cargos de comando da CPI.  Humberto Aidar (PT) foi designado  relator e Diego Sorgatto (PSB), vice-presidente. Também integram a CPI Lívio Luciano (PMDB) e Marquinho Palmerston (PSDB). Os suplentes são Álvaro Guimarães (PR), Luis Cesar Bueno (PT), Paulo Cézar Martins (PMDB), Karlos Cabral (PDT) e Gustavo Sebba (PSDB).
Também fazem parte da Comissão dois Procuradores da Assembleia, assim como técnicos do Tribunal de Contas do Estado (TCE), do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e da Controladoria Geral do Estado (CGE).
Para a investigação das possíveis irregularidades dentro da Goiás Turismo a CPI requisitou uma relação da execução orçamentária da contratação de shows artísticos do ano de 2013 a 2016, como também relatório de uma auditoria feita pelo TCE e notas fiscais das prefeituras que são domicílios fiscais destas empresas.
A CPI realizou 11 oitivas e, no total, 20 pessoas foram ouvidas pelo colegiado. Entre os depoentes estão o procurador-Geral Interino do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), Fernando Carneiro; o presidente da Goiás Turismo, Leandro Garcia; o diretor de Gestão, Planejamento e Finanças da pasta, José Adriano Donzelli; e o diretor de Desenvolvimento, Pesquisa Turística e Eventos, Roque de Melo. Além de cantores e empresários que tiveram shows contratados pela Goiás Turismo entre os anos investigados. 

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