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Ao lado de Kim Kataguiri, criminoso Renato Oliveira era protagonista do MBL


O sub-secretário municipal de Tecnologia e Comunicação de Embu das Artes, Renato Oliveira, foi exonerado do cargo nesta segunda-feira (19) após uma investigação da polícia civil revelar que ele dirigia o carro Hyundai i30, que na madrugada do último 28 de dezembro avançou contra o jornalista Gabriel Binho 
Durante o atentado, já caído, Gabriel Binho foi alvo de três disparos de arma de fogo. O sub-secretário e seu amigo Lenon Roque, que atua como um segurança particular de Renato, foram indiciados por lesão corporal grave.
A pena para este tipo de crime é de um a cinco anos de reclusão. Até o momento, a Polícia Civil não pediu a prisão de nenhum dos dois.
Na internet, o MBL está garantindo que irá processar o site Mídia Ninja e o deputado federal Jean Wyllys, primeiros a chamarem a atenção para a relação de Renato com o grupo.
Ainda segundo o MBL, Renato era um simples “voluntário” e foi expulso do movimento por “não ostentar os valores éticos, morais e político/ideológicos” defendidos por eles.
No vídeo abaixo, porém, é possível constatar que Renato Oliveira exercia função de liderança nas manifestações organizadas pelo MBL.
Renato era destaque nos carros alegóricos do grupo. Em certos momentos, com o microfone em mãos, o jovem criminoso agia como uma espécie de pastor controlando o seu rebanho, enquanto era aplaudido por milhares de pessoas. É ele, inclusive, quem puxa o hino nacional (momento mais aguardado das manifestações pelo impeachment de Dilma).
Renato Oliveira (direita) abraçado aos líderes do MBL Renan Santos, Kim Kataguiri e Fernando Holiday

As imagens mostram ainda Renato Oliveira abraçado aos três cabeças do MBL, Kim Kataguiri, Renan Santos e Fernando Holiday.

Apesar do desespero do MBL para tentar desvincular o nome de Renato Oliveira do grupo, o jovem sempre foi considerado um dos “meninos de ouro” da organização. Ele era apontado como virtuoso conhecedor em redes sociais.
A primeira aparição pública de Renato Oliveira foi em 2014. Na ocasião, ele ficou conhecido por defender o deputado federal Jair Bolsonaro no programa Jô Soares, da TV Globo:


Um comentário:

  1. Muito boa essa matéria desmascarando esses facínoras...que nojo dessa corja. Isso aí é tentativa de assassinato, um crime gravíssimo! Esse sujeito é um marginal e o MBL é uma organização criminosa. E o Bolsonaro atrai um monte de bandidos.

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