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Base culpa Samuel Almeida e cobra gestão Iris por maioria na CCJ

A base de apoio do prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), vai intensificar a pressão em cima da gestão municipal, em especial do secretário Samuel Almeida (Governo), para que a instabilidade na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara seja resolvida o mais rápido possível.
Mais importante colegiado do Legislativo, a CCJ é hoje um verdadeiro calcanhar de Aquiles para os projetos do Paço.
Isso porque a oposição tem deitado e rolado em cima dos aliados do decano emedebista, impedindo que matérias de interesse avancem e aprovando outras consideradas “negativas” para o Executivo (mesmo que positivas para a população).
Dos sete integrantes, apenas dois são declaradamente base: Welington Peixoto (MDB) e o líder do prefeito, Tiãozinho Porto (PROS). Tatiana Lemos (PCdoB) e Delegado Eduardo Prado (PV) se posicionam de forma independente e não votam às cegas. Os outros dois, Priscilla Tejota (PSD) e Jorge Kajuru (PRP) são os mais ferrenhos opositores na Câmara. Embora a presidente Sabrina Garcêz (PMB) não vote, desempata e é quem comanda a pauta.
Na última reunião entre os 19 vereadores da base e o prefeito, partiram do presidente da Câmara, Andrey Azeredo (MDB), as críticas mais pesadas com relação à CCJ. Um interlocutor contou ao Jornal Opção que, sem referir-se diretamente a Samuel Almeida, Andrey afirmou que foi o governo quem montou a comissão, então que o governo resolvesse a situação.

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