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Assassinato de Marielle Franco pressiona interventores.






O brutal assassinato da vereadora Marielle Franco, morta a tiros em um crime com características de execução, já se reflete na cúpula da intervenção militar no Rio; os interventores agora são pressionados pelos brasileiros, pela ONU e por políticos do exterior a expor os limites da violência policial e militar que era denunciada pela ativista; no Rio, milhares de pessoas marcharam pelas ruas do centro com flores e muitos cartazes contra a intervenção militar; Michel Temer, que pretendia comemorar o aniversário de um mês da intervenção com um "balanço positivo", foi aconselhado a cancelar a festa, diante da reação negativa da população



Milhares de pessoas protestaram nesta quinta-feira (15) pelo país contra o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, assassinados na noite de quarta (14) no centro do Rio.

Aos gritos de “não acabou, tem que acabar, eu quero o fim da Polícia Militar”, “Marielle, presente” e “não vão nos calar”, os manifestantes também afixaram cartazes, acenderam velas e riscaram paredes e pontos de ônibus com mensagens de protesto. Protestos tinham muitos cartazes pedindo o fim da intervenção militar no Estado, mostrando que o assassinato da vereadora pressiona a cúpula da intervenção.

As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo.

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