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Operação apreende mais de dez toneladas de carnes impróprias para o consumo, em Goiânia.



Mais de dez toneladas de carnes apreendidas. Esse é o resultado da Operação Carne Clandestina realizada pelo Procon Goiás, Ministério Público do Estado de Goiás, Vigilância Sanitária e Agrodefesa. Toda essa quantidade foi recolhida de diversos estabelecimentos devido as desconformidades de condições das normas sanitárias de armazenamento e origens dos produtos, que trazem risco a saúde dos consumidores.

Segundo o gerente de fiscalização do Procon Goiás, Marcelo Rosa, a operação ocorreu entre os dias 5 a 9 de março e passaram por 205 estabelecimentos. “Nosso foco foi tirar de circulação todo tipo de carne que não esteja atendendo as conformidade dos órgãos de fiscalização. Visitamos muitos açougues independentes e dentro de supermercados”, explica.

Dos exatos 10.443,2 quilos de produtos apreendidos, contém carnes de todas as espécies e produtos embutidos que, segundo Marcelo Rosa, estavam sem condições básicas de higiene e sem informações ao consumidor. “Visitamos locais em que carnes estavam estragadas. Ainda vimos que os freezes de armazenamentos estavam enferrujados e um continha até um inseto morto. Notamos também que, alguns estabelecimentos, estavam com outros produtos vencidos há mais de um ano. Fora a não conformidade sobre a origem do produtos e data de abate do animal”, conta.



Toda a operação foi realizada devido ao levantamento de informações de estabelecimentos que possuíam denúncias e/ou que não haviam sido fiscalizados em doze meses. “Dos que visitamos, 40 foram autuados e lavrados os autos de infrações. Somam 1550 itens que foram apreendidos e que o fornecedor mantinham nas vendas. Todos os estabelecimentos passarão por um processo administrativo no Procon. Três deles foram totalmente interditados”, destaca 
A multa nesses casos, variam, de R$ 612 a R$ 9 milhões. A sua aplicação leva em consideração o porte econômico da empresa, a gravidade da infração e reincidência. Os produtos foram inutilizados e descartados no aterro sanitário da capital.

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