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Servidores da Educação fazem manifestação.





Professores e servidores da rede municipal de Educação fazem uma paralisação na manhã desta quarta-feira (14), em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital. Segundo informações do Comando de Luta, entidade que representa os manifestantes, cerca de 97 escolas e Centro Municipais de Educação Infantil (Cmeis) estão sem aula.

De acordo com a bibliotecária Juliana Assis, integrante do Comando de Luta, professores e servidores da Educação participam da manifestação em frente à prefeitura de Aparecida de Goiânia. Entre as reivindicações, eles cobram o pagamento do piso atrasado desde 2014, auxílio alimentação dos auxiliares de serviços diversos e equiparação salarial com o teto estipulado pelo Governo Federal.

Além disso, os profissionais reclamam da remoção de servidores que dificultam o trabalho das escolas.”Eles colocam os Auxiliares de Serviços Diversos, que são os porteiros, merendeiros, o pessoal da limpeza, para cuidar de crianças especiais. Profissionais que não tem uma especialização para cuidar de crianças deficientes “, conta Juliana.

A bibliotecária também informou que desde 2014 os auxiliares da educação recebem um vale alimentação de R$40 por mês. O salário, que antes chegavam a três salários, hoje é o mínimo. Eles denunciam também que as escolas enfrentam dificuldades com falta de professores, sendo que tem profissionais que passaram no último concurso e aguardam para ser chamados.

O Mais Goiás entrou em contato com a assessoria de comunicação da prefeitura de Aparecida de Goiânia, mas de acordo com o órgão, o secretário de educação está reunido para verificar uma resposta à imprensa.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), esclareceu, por meio de nota, que em virtude do não pagamento do piso de 2018 aos professores da rede municipal de ensino de Aparecida de Goiânia, estará protocolando uma ação judicial para garantir o reajuste de 6,81% a categoria.

Durante a manhã desta quarta-feira (14), representantes do sindicato estiveram reunidos com o prefeito de Aparecida de Goiânia para cobrar que o reajuste fosse pago como determina a lei nacional nº11.738/08. Além do piso para os professores da rede municipal, o Sintego também cobra as progressões, titularidade e extensão da carga horária para os agentes administrativos.

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