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Militares dizem que governo joga crise no colo das forças armadas.




A cúpula das Forças Armadas avalia que a situação da greve dos caminhoneiros é “muito delicada” e que o quadro se agravou ontem. 

Comandos de todo o País têm feito duas reuniões diárias e consideram que hoje será um dia crucial para medir a temperatura do que está por vir, informa Tânia Monteiro. 

Os militares temem a adesão de novas categorias e consideram que isso poderá trazer novo complicador à situação. Colocados pela segunda vez, em menos de seis meses, no centro de uma crise – após a intervenção no Rio –, eles também se preocupam com a avaliação da população. 

“O governo jogou a crise no nosso colo, de novo”, afirmou um integrante do Alto Comando das Forças Armadas. “Não é nosso papel (resolver o problema com os caminhoneiros)”, disse outro militar. 

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