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Presidente dos Correios decide tucanar demissões


Diante da recepção negativa do anúncio do fechamento de 513 agências e de 5,3 mil demissões, o presidente interino dos Correios, Carlos Forther, decidiu resgatar a prática de ‘tucanar o enunciado”. Ele diz que as demissões serão uma “liberação do excedente de mão de obra”. Forhter afirma que a decisão de fechar as agências está mantida, mas que quais serão fechadas ainda está em discussão.

“Tem agência a 50 metros uma da outra. Copacabana, no Rio de Janeiro, tem agências a um quarteirão da outra. Isso não é cabível numa empresa que quer ser modernizada, que quer estar saudável. A partir da lista, que ainda está sendo validada, nem sei se serão mesmo 500 (encerramentos), talvez termine com 400. Eu vou ainda avaliar uma por uma.

Pedi para separar em fases [o fechamento das agências]. A primeira é agência própria que sombreia (está próxima de) outra agência própria que funciona em imóvel alugado. Devolvo o imóvel e corto custo. Não tem demissão nenhuma nessa etapa, absorvo essas pessoas em outra agência. Nos lugares em que tenho agências de pouco movimento e que tenha outra próxima, não tem porque manter (as duas abertas).”

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