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Geóloga da Petrobras diz que Congresso brasileiro saqueia seu próprio país


Com base em artigo da geóloga Ana Patrícia Laier, o blog Tijolaço aponta como o congresso nacional age contra o próprio país ignorando o volume de reservas que está em jogo na seção às empresas estrangeiras. A geóloga afirma que há uma discrepância de 15 bilhões de barris de petróleo desde a capitalização da Petrobras, em 2010, para os dias de hoje, quando se pode verificar o verdadeiro potencial da área do campo de Búzios.

O Tijolaço diz que “Trata-se, essencialmente, de áreas do campo de Búzios (antes conhecido como Franco) e ainda a de outros que, somadas, representam um potencial de extração de cerca de 20 bilhões de barris. Isso é mais do que temos, hoje, em reservas de petróleo certificadas. No negócio da capitalização, a União vendeu à estatal o direito de explorar o mínimo que se estimava na época, 5 bilhões de barris, com a revisão de que jazidas excedentes pudessem ser adjudicadas à Petrobras pelo regime de partilha, dividindo com o governo brasileiro o que viesse a ser produzido a mais.”
O blog ainda aponta que os estudos na área avançaram e que os números foram modificados: “(...) viu-se à medida em que os estudos sísmicos e os poços pioneiros avançavam, era muito mais: quadruplicou a expectativa dos reservatórios de óleo. E, com ela, a expectativa de ganhos para o Estado brasileiro, algo em torno de 650 bilhões de reais.”
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