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Estrategistas apostam que base aliada deve eleger 13 parlamentares e a oposição no máximo quatro


Os estrategistas do pré-candidato a governador pelo PSDB, José Eliton, dizem que sua campanha será feita, em larga medida, pelo poderoso exército de candidatos a deputado federal e deputado estadual. Para a Câmara dos Deputados, há 17 apostas e os estrategistas dizem que devem ser eleitos pelo menos 13. Da oposição, eles apostam que devem ser eleitos tão-somente Iris Araújo (MDB), Delegado Waldir Soares (PSL), Jorge Kajuru (que afirma que será candidato a senador; ele integra o PRP) e Rubens Otoni (PT). Se Kajuru não estiver no jogo, crescem as chances de José Mário Schreiner (DEM) ou José Nelto (Podemos). A lista dos postulantes governistas (a ordem é alfabética e não de favoritismo):
1 Adriano Avelar/PP — Se Alexandre Baldy conseguir transferir votos, com sua poderosa estrutura, o pepista tem chance de ser eleito.
2 Célio Silveira/PSDB — O tucano é um dos nomes mais fortes da disputa. Porque não ficou circunscrito ao eleitorado do Entorno de Brasília.
3 Fábio Sousa/PSDB — O eleitorado do deputado federal é basicamente evangélico. Mas tem conquistado apoio em outros setores.
4 Flávia Morais/PDT — Integra a lista dos favoritíssimos. É cotada para ficar entre os cinco mais bem votados.
5 Francisco Júnior/PSD — Apoiado pela Renovação Carismática, é sugerido como um nome forte. Mas não tem experiência com eleição para deputado federal.
6 Giuseppe Vecci/PSDB — O deputado federal é conhecido como o candidato da máquina partidária e o nome em quem Marconi Perillo vota.
7 Heuler Cruvinel/PP — O deputado federal é um dos nomes mais fortes da política do Sudoeste de Goiás. Não fica circunscrito ao eleitorado de sua região.
8 Jean Carlo/PSDB — Dos candidatos novos, é apontado como um dos mais fortes, porque conta com uma estrutura poderosa.
9 João Campos/PRB — O deputado federal planeja ser vice de Ronaldo Caiado, mas o PRB não quer. Por isso tende a ser candidato a deputado federal. Pode ter perdido o timing, mas tem eleitorado aparentemente “cativo” (se isto ainda existe).
11 Lincoln Tejota/PROS — Entre os candidatos novos, é tido como um dos favoritos. Porque montou uma estrutura gigante em todo o Estado. É a única aposta de seu partido.10 Jovair Arantes/PTB — O petebista não perde eleição para deputado federal. Entre 2016 e 2018, montou uma rede de apoio poderosa em todo o Estado, com prefeitos significativos (Roberto Naves, de Anápolis, e José Antônio, de Itumbiara). É cotado para figurar entre os cinco mais bem votados.
12 Lucas Vergílio/Solidariedade — O deputado federal não foi eleito com uma votação extraordinária em 2014. Mas ampliou sua base eleitoral. O setor de seguros banca o jovem político.
13 Magda Mofatto/PR — A deputada federal é a candidata da estrutura, de sua própria estrutura. Está entre os favoritos.
14 Marcos Abrão/PPS — Seu contencioso com a base governista pode prejudicá-lo e travar sua reeleição. Mas fez um trabalho político consistente em várias cidades do Estado.
15 Professor Alcides/PP — A estrutura do político de Aparecida de Goiânia é similar à de Magda Mofatto. É uma incógnita.
16 Roberto Balestra/PP — O postulante de Inhumas, com uma estrutura político-eleitoral fiel em todo o Estado, não perde eleição.
17 Sandes Júnior/PP — Ficou como suplente na eleição passada, mas conseguiu rearticular-se em vários municípios. Trabalho no rádio e na televisão tornou-o ainda mais popular. 
18 Thiago Peixoto/PSD — O deputado federal não teve uma grande votação em 2014. Mas ampliou e reorganizou suas bases eleitorais. É cotado para ser vice do governador José Eliton

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