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Interventor acerta com Temer 'lei do silêncio' sobre caso Marielle


O interventor federal na segurança pública do Rio, general Walter Braga Netto, alinhou com Temer a ordem de silêncio sobre a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). Braga Netto desautorizou Raul Jungmann abertamente e creditou o fracasso das investigações à verborragia do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, informa o jornal O Globo.
“Jungmann era ministro da Defesa quando a intervenção federal no Rio foi decretada por Temer, em fevereiro deste ano. Dez dias depois, o ministro foi deslocado para uma nova pasta criada pelo presidente, de Segurança Pública. A Defesa cuida dos assuntos relacionados às três Forças Armadas. O Ministério da Segurança Pública passou a abrigar políticas de segurança e a ascendência sobre a Polícia Federal (PF) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), por exemplo.
O comando da intervenção federal está nas mãos de generais do Exército. Braga Netto é o interventor e se reporta diretamente a Temer, conforme definido no decreto da intervenção. Ele nomeou o general Richard Nunes no cargo de secretário de Segurança Pública do Rio.”

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