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Marina não consegue alianças e faz articulações simbólicas


Sem capital político-partidário e longe dos holofotes, ainda que tenha performance de dois dígitos nas pesquisas de intenção de voto, Marina Silva caminha sozinha para mais uma eleição majoritária. Suas alianças são simbólicas e, ainda assim, incertas: Agora!, Acredito, Brasil 21 e Frente Favela Brasil estão entre os grupos que o entorno da ex-senadora considera peças importantes na candidatura.
“Na prática, a parceria com as organizações de renovação é diferente da união com siglas. Alianças formais em âmbito nacional seriam importantes para o tempo de TV. Sozinha, a presidenciável tem 8 segundos. Nos movimentos, Marina encontrará principalmente apoios individuais. Dos coletivos que se aproximaram dela, só o Brasil 21 fechou apoio à candidatura. Nos demais, o esperado é que alguns membros se engajem na campanha.
O Agora!, que tem entre os participantes o apresentador Luciano Huck, decidiu que só tomará partido de algum candidato no segundo turno. Neste ano, a Rede fez acordo com os quatro grupos para filiar membros interessados em disputar vagas no Legislativo. Parte dos novatos entrou na cota de candidaturas cívicas, uma categoria prevista no estatuto da legenda para abrigar integrantes independentes.”   Leia mais aqui.

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