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Por 24 anos a direita golpista torceu para que o Foro desse um golpe na America Latina, e quem deu foi ela: Foro de São Paulo define campanhas pela libertação de Lula


O 24º Encontro do Foro de São Paulo decidiu nesta terça-feira (17) em Havana, capital de Cuba, um plano de ação que tem como primeiro ponto a convocação de atividades para exigir a libertação do ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. 
- Entre as ações para exigir o fim da prisão de lula destacam-se o envio de cartas a autoridades do Brasil para que termine a injustiça e a realização de um tuitaço mundial.
Durante o Foro realizado de 15 a 17 de julho em Havana, chefes de Estado, ex-presidentes e ex-primeiros ministros, intelectuais, dirigentes políticos e sociais e personalidades da América Latina e Caribe manifestaram sua solidariedade com os promotores do primeiro encontro do Foro de São Paulo - Lula e Fidel - que consideravam a iniciativa de criar o Foro como um mecanismo voltado para aglutinar as forças progressistas e de esquerda da região, então dispersas pelos acontecimentos regressivos no início dos anos 1990 na União Soviética e países do Leste europeu.
A presidenta legítima do Brasil Dilma Rousseff e a presidenta do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, denunciaram no encontro que reuniu mais de 600 delegados de vários continentes a injustiça cometida contra Lula e advertiram sobre o temor da direita de que o ex-presidente triunfe nas eleições de outubro.
O dirigente do Partido Comunista do Brasil José Reinaldo Carvalho denunciou o regime golpista chefiado por Michel Temer e explicou que entre as razões que explicam o golpe está a posição geopolítica do Brasil que promoveu a América Latina ao nível de polo da luta contra o hegemonismo imperialista.
O Plano de Ação adotado pelo Foro de São Paulo propõe que no começo de setembro se inicie uma campanha internacional para frear a persegiuição política e judicial contra líderes populares da América Latina.
Igualmente, o Plano prevê atividades para defender a proclamação da América Latina e Caribe como uma zona de paz, postura fixada em Havana pela Celac em sua segunda cúpula.
O 24º Encontro do Foro de São Paulo aprovou uma Declaração conjunta por consenso e mais de 40 resoluções, relacionadas com temas como o rechaço ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba e o apoio à Venezuela e Nicarágua, países agredidos pela direita interna e externa com o protagonismo dos Estados Unidos. Por José Reinaldo Carvalho, direto de Havana - 247 

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