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Sem Copa, campanha se encaminha para o mata-mata das urnas


O jornalista Leandro Colon afirma que o fim da copa re-estabelece a rotina dos preparativos para a campanha eleitoral de 2018. As convenções partidárias se aceleram e a contagem regressiva para o início do debate eleitoral toma a expectativa congelada que o torneio de futebol costuma roubar para si. Colon acredita que o momento de Fernando Haddad vai chegando e que o cenário para os presidenciáveis, sem Lula, é incerto. 
Assim como o ano no Brasil começa na prática depois do carnaval, a campanha eleitoral inicia-se para valer após a Copa do Mundo. Enquanto a boa seleção francesa leva a taça para Paris, o cenário político por aqui sairá da discussão de bastidores para se tornar realidade. Convenções partidárias serão realizadas até o começo de agosto, os presidenciáveis definirão os vices e siglas menores terão de escolher o caminho para encarar o mata mata.
O impressionante em 2018 é que, a menos de três meses do primeiro turno, qualquer previsão sobre resultado não passa de especulação ou torcida. Blefa quem afirma com convicção os nomes dos presidenciáveis que estarão no segundo turno. Hoje é fácil apostar que Jair Bolsonaro (PSL) vai para a final com Ciro Gomes (PDT) ou Marina Silva (Rede). As pesquisas mostram isso. Leia mais aqui. 

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