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Temer e Meirelles fracassam e meta de empregos fica em 20% do previsto


O número da criação de vagas formais de trabalho neste ano de 2018 é considerado pífio por economistas: apenas 20% do previsto no começo do ano. Ao final de 2017, as estimativas eram de 1 milhão de novos postos, mas o novo prognóstico é de 220 mil. O levantamento, da LCA Consultores com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foi publicado no jornal Folha de S. Paulo.
"Embora o número de vagas com carteira assinada seja positivo no ano, o ritmo de contratações tem mostrado forte desaceleração nos últimos três meses, um sinal cada vez mais firme de interrupção do que parecia ser uma melhora gradual do emprego formal identificada ao longo do ano passado. No início de 2018, o ritmo de geração de vagas no mercado formal de trabalho era compatível com algo perto de 750 mil novos postos neste ano. Desde março, no entanto, a desaceleração tem sido tão brusca que, mantido o ritmo registrado a partir daquele mês, o mercado de trabalho pode fechar 2018 com um saldo líquido de apenas 220 mil vagas com carteira.
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As contas do economista Marcelo Gazzano, da consultoria ACPastore, também apontam para uma deterioração importante da geração de vagas com carteira assinada. Segundo Gazzano, a média de 40 mil vagas criadas entre outubro e dezembro caiu para uma média de 24 mil vagas entre março e maio. Como foram perdidos 3 milhões de postos formais durante a crise, mantido o ritmo atual, o mercado de trabalho levaria nada menos do que dez anos para se recompor. Para fazer este tipo de previsão, os especialistas em mercado de trabalho não usam os dados brutos do Caged, mas lançam mão de um ajuste estatístico (conhecido como dado dessazonalizado)."  Leia mais aqui. 

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