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QUAL É MESMO O BRASIL QUE QUEREMOS: Política do BNDES derruba apoio do banco à indústria pela metade


Reduzido e encolhido, o BNDES vai desembolsar em 2018 apenas metade da média que apresentou nas últimas duas décadas para empréstimos ao setor produtivo. A capacidade de desembolsos ficará em 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). cerca de R$ 83 bilhões, quando a média anual histórica nos últimos 20 anos foi de 2,3% do PIB. Em 2010, no auge, durante o governo Lula, o volume de empréstimos chegou a R$ 278 bilhões. 
Aportes de cerca de R$ 440 bilhões feitos pelo Tesouro de 2009 a 2014, durante os governo do PT, colocaram o BNDES entre os maiores bancos de desenvolvimento do mundo. Com a musculatura reforçada, seu peso na economia cresceu junto com a capacidade de emprestar. 
O encolhimento atual é reflexo da estratégia do governo Temer, que vê um BNDES menor e focado tão somente no setor de infraestrutura e com espaço para devolver antecipadamente à União recursos que foram emprestados pelo Tesouro Nacional ao banco nos últimos anos. 
Quem comemora e ganha com esse novo perfil é o mercado de capitais.
Leia reportagem na íntegra aqui.

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