Real Cores

Editorial: Vingança ao estilo Máfia Chinesa.









Há algum tempo estou sem me manifestar nos grupos aos que pertenço, me afastei dos programas que apresento na TV e  não tenho postado opinião e nem mesmo matérias em nenhuma das redes sociais que tenho, principalmente no site do Jornal Argumento.


O motivo é que, pela primeira vez, nos vinte anos de existência do Sistema Argumento de Comunicação, o qual criei, juntamente com o Padre Jesus Flores, em 1998, fui vitima da vingança ao  estilo da máfia chinesa. Aquela que atinge amigos e  familiares promovendo profundas dores em quem é o alvo. Um exemplo: para atingir o desafeto, castigam filhos, esposas, irmãos entre outros e nada fazem além de criar profundas e punitivas maldades em que deveria receber o castigo ou vingança, já que não faz parte da justiça esta prática entojável  e fria.   


Nestes vinte anos de Jornal Argumento, poucos processos tive e todos venci, isto pela forma profissional, respeitosa e principalmente pautada na verdade de minhas denúncias.  

De toda forma, incontáveis foram as tentativas de intimidações, ameaças de morte, assédio moral, chegando ao ponto de ser abordado no trânsito  por bandidos em carros e motos com armas na cintura ordenando-me a ficar quieto, calar a boca, algo que nunca me intimidou e jamais me intimidará. Propostas milionárias também faziam parte da repugnável forma de tentar comigo negociar.

Digo que nunca tive partido ou tendência partidária. Muito menos compromisso político que não fosse para revelar a insistente forma de se destratar o erário publico e retirar aquilo que é de direito  dos que mais sofrem com esta prática.

Assim pautei minha carreira no jornalismos. Sempre denunciando o destrato para com cada centavo desviado. Desde de cedo aprendi com o Padre Jesus Flores o cuidado para quem peço favores, pois alguns além de muito caros são impagáveis.

Não sou milionário e nem mesmo frequento palácios em eventos, que não sejam para tratar da continuidade de meus projetos, sempre  dentro da legalidade e do respeito.

No entanto após denunciar um esquema de corrupção e  de favorecimento   dentro de uma entidade, não fui processado, ninguém me ligou pedindo o justo direito do contraditório ou qualquer contato. Simplesmente se voltaram contra uma pessoa muito próxima a mim, a metralhadora da vingança, fato que me reservo. Fizeram com que eu sentisse a culpa pelo sofrimento segundo a segundo ou a cada lagrima derramada pela forma com que a vingança foi feita. 

Inúmeras vezes pensei em abandonar o jornalismo por esta e outras formas de como fui atacado e também por saber que, sozinho, jamais conseguirei combater as máfias que sugam dos cofres públicos até a ultima moeda,  sem se importarem com quantas vidas serão perdidas,  causadas pelo desvio do dinheiro que nunca chega aonde deveria chegar: aos mais desprotegidos e carentes.  

Mas a minha missão é maior que o meu desejo. Lembro-me do Dr. João Neder dizer-me várias vezes que "se não me deixarem escrever nos jornais, escreverei nos muros." 

Por pessoas  iguais a ele e tantos outros que me amparam nesta luta desleal e desigual  é que volto à batalha. Ferido, confesso, mas movido pela missão de ao menos uma gota de luta contra o "sistema" colocarei com meu trabalho de jornalista investigativo. 

A dor que sinto só não é maior que as dores desta gente humilde que tem que  ser defendida e ajudada. Isto posto pelo juramento que fiz e não abandonarei jamais. 

"E eu que não creio, peço a Deus por minha gente. 
É gente humilde, que vontade de chorar." 




André Marques é Diretor Geral do Sistema argumento.








Um comentário:

  1. Boa noite, meu amigo!
    Este Editorial tem boa parte da história de sua vida!
    Vá em frente, cumpra com coragem e fé o propósito de Deus para a sua vida!
    Sucesso, maior ainda!

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